| |
A atração na feira ficou por conta da nova série XD de desumidificação.
Moretto a especifica como equipamentos de alto desempenho e baixo consumo
energético – consomem até 70% menos em comparação a um sistema convencional.
“Porque opera de maneira proporcional ao consumo requerido pelo processo, ao
volume kg/hora”, explicou. Com capacidade até 350 m³/hora, os
desumidificadores dispõem de tela do tipo touch screen, com interface
homem/máquina.
As opções em sistemas de desumidificação abrangeram diversos estandes da
Brasilplast, entre os quais o da tradicional marca Plast-Equip, da Rax, com
sua nova linha RD de equipamentos mais compactos – metade do tamanho dos
antecessores –, porém mais eficientes. Ebel ainda ressalta no novo projeto a
possibilidade de economizar cerca de 15% de energia e reduzir custos na
mesma proporção.
A série incorpora diversos tamanhos, com potências desde 5,2 até 25,3 kW e
volumes de ar desde 175 até 750 m³/h. Indicado para qualquer resina
higroscópica, o periférico pode operar como unidade autônoma ou como central
de desumidificação para várias máquinas, materiais ou cores simultaneamente.
 |
Um desumidificador italiano com rotor especial a peneira molecular
constituiu a novidade de outra empresa renomada do ramo: a Piovan. O
lançamento mundial do fabricante consiste em uma exclusividade, segundo o
vice-presidente da Piovan do Brasil, Ricardo Prado Santos. A maior vantagem
do produto, disse, fica por conta da economia de energia, mensurada em 50%.
Orgulhoso, ele anunciou que o equipamento será produzido no país. |
| Peneira separa até 6 t/h de pó e de grãos reprovados |
Dosagem precisa – Um projeto elaborado com base nos modelos volumétricos
nacionais resultou na nova linha de dosadores gravimétricos lançados pela
Rax, que abrem aos usuários dos primeiros a oportunidade de migrar para os
últimos. “Quem já opera com o volumétrico pode adaptar o equipamento para
gravimétrico, basta adquirir o módulo e o controle; essa é a vantagem de
fazer parte da mesma família”, ponderou Ebel. O diferencial do gravimétrico
fica por conta de sua habilidade para executar uma autocalibração a cada
ciclo de operação, sinônimo de repetibilidade no processo.
Dotada de painel touch screen e com instruções em português, a linha
disponibiliza dois modelos, para três ou quatro componentes. Os equipamentos
emitem relatórios lote a lote, ou por média de tempo. Ainda são dotados de
dispositivo de análise de software, o que evita a interferência do fator
vibração durante o funcionamento. A novidade se destina, em especial, aos
segmentos de injeção e sopro.
Representante da americana Maguire, uma das mais populares fabricantes
mundiais de dosadores gravimétricos, Ebel assegurou não haver conflito com
os produtos Plast-Equip. Ao contrário, uma linha complementa a outra. “Os
equipamentos da Maguire abastecem o mercado acima de quatro componentes e de
400 quilos por hora, e de materiais que não sejam granulados, como
microesferas, pós etc. A Plast-Equip só atua com os granulados”, explicou.
O diretor também contou que está desenvolvendo o projeto de um software
desenhado para permitir a gestão de todos os dosadores gravimétricos
instalados na produção do cliente. Não há, porém, definição de prazo para
seu lançamento no mercado.
Ainda no campo dos dosadores de fabricação nacional, novidades com
tecnologias gravimétrica, volumétrica e de rosca puderam ser conferidas no
estande da Piovan. No primeiro caso, a empresa lançou modelo destinado em
especial ao mercado de extrusão, com garantia de manter correta a espessura
média do filme, tubos ou perfis.
De acordo com Santos, o equipamento controla o peso por metro de material
extrudado e garante 30% menos variação comparativamente aos dosadores
similares disponíveis no mercado. Como resultado, o transformador ganha com
a economia de matérias-primas. O periférico atende desde processos
monomateriais até sistemas multicamadas com nove extrusoras.
O modelo volumétrico embute estrutura idêntica à dos gravimétricos, à
exceção da célula de carga, informou Santos. Ele ressaltou tratar-se de
equipamento preciso e compacto, projetado com tecnologia de dosagem
pneumática, para comportar dosagens de até quatro componentes e produções de
até 300 kg/hora.
Totalmente modular, a nova série MDP de dosadores de rosca foi projetada
para permitir a transferência do equipamento de uma máquina para outra, de
acordo com a necessidade do cliente. “É dosador para aplicação de precisão”,
disse o vice-presidente da Piovan. Entre as principais características dessa
linha, ele mencionou a operação com motorredutores, responsáveis pelo
acionamento da rosca dosadora. “Os motorredutores contam com encoders que
controlam a posição de grau em grau”, salientou. O produto beneficia, em
especial, os segmentos de injeção, extrusão e sopro com exigências de alta
precisão e dosagem de até três componentes.
O vice-presidente da Piovan ainda alardeia outra grande novidade introduzida
na linha de produção nacional: equipamentos para medição de temperatura na
entrada e saída do molde. “Sua precisão é de mais ou menos 0,4ºC e podem ser
fornecidos com leitor de vazão direto no painel da máquina”, informou
Santos.
A série engloba modelos a óleo, com operação em temperaturas até 260ºC e que
podem incorporar, como opcional, bombas de tração magnética (vantajosas por
eliminar vazamentos pela ausência de retentores ou gaxetas). Os equipamentos
a água atuam com temperaturas até 140ºC.
Santos ainda ressaltou o lançamento do aplicativo Winfactory, projetado pela
divisão de softwares da Itália, para a gestão de todos os periféricos da
fábrica. “O programa interliga todas as máquinas e controla o processo
inteiro, com históricos de alarmes, manutenção, consumo de material e uma
série de outros.”
|
|