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Cuca Jorge
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Mostra valoriza a força da
cadeia produtiva do plástico e
aperfeiçoa a infraestrutura
Renata Pachione |
O s organizadores da 12ª Brasilplast – Feira Internacional da Indústria do
Plástico se esforçarão para transformar a ida ao Pavilhão de Exposições do
Anhembi-SP, durante os dias 4 e 8 de maio, num período de encantamento, no
qual o público esperado, de 65 mil pessoas, e os 1.300 expositores, de 30
países, terão à disposição um ambiente aconchegante e ainda mais
profissional, se comparado ao das edições anteriores. Essa exposição da
Reed Exhibitions Alcantara Machado trará diversas mudanças na
infraestrutura dos serviços oferecidos e ainda tentará ratificar a força
da cadeia produtiva do plástico, que ali estará com inovações e as mais
recentes tecnologias desse mercado, ávido para suplantar as incertezas
geradas pela conjuntura econômica internacional e se valer da tradição
desse polo gerador de negócios.
No final do ano passado, não por acaso, o presidente da Associação
Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), Merheg Cachum, afirmou que
a Brasilplast 2009 seria uma iniciativa válida para estimular as
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vendas e ativar o setor, sobretudo por se tratar de um momento de
retração. É isso mesmo, esta edição de um dos maiores eventos do
mercado em âmbito mundial
embute a intenção de valorizar a indústria neste período de turbulências,
marcado por dúvidas e receios. “Recebemos expositores representando todos
os continentes, dispostos a superar as incertezas do atual momento e
transformá-las em novas oportunidades de negócios”, explicou o diretor de
feiras da Reed Exhibitions Alcantara Machado, Evaristo Nascimento. Seria
ingênuo ignorar o tema crash mundial, afinal, ele não se esgotou e será
recorrente nos corredores do Anhembi, mas o tom não deverá ser de derrota.
“Daqui a pouco, a crise passará. Na Brasilplast, portanto, temos a
obrigação de mostrar que estamos aqui trabalhando e temos muita coisa a
oferecer”, ressaltou o diretor. Para ele, há uma dinâmica no setor que
impede o esmorecimento. “Nos negócios, você precisa ultrapassar as
dificuldades e seguir adiante, sempre”, completou.
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Cuca Jorge

Para Nascimento, a
participação na feira deve estar focada nos negócios |
Foco no serviço – A 12ª Brasilplast representará um passo
importante no aperfeiçoamento dos serviços prestados, por conta de uma
série de mudanças na infraestrutura do pavilhão. A começar pelo acesso ao
evento. O diretor destacou o pré-credenciamento, feito on-line. Dessa
forma, estima-se que cerca de 90% da visitação demorará menos de um minuto
para ter sua credencial e entrar no pavilhão. Haverá um balcão de
atendimento onde as pessoas poderão apresentar um código de barras, obtido
via internet, e conseguir, em segundos, a credencial. Antes, o
procedimento manual levava em torno de 10 minutos, em média. “As filas
passarão a praticamente zero”, estimou Nascimento. Também importante nesse
mesmo quesito é a reforma do estacionamento, que conta agora com uma
catraca eletrônica capaz de agilizar a entrada dos carros.
Dentro do pavilhão, as mudanças saltarão aos olhos. O teto ganhou uma
manta para evitar a infiltração das chuvas e reduzir a temperatura do
ambiente; o piso foi asfaltado, ficou regular. Com ares de shopping center,
o Anhembi passará a abrigar duas praças de alimentação, com área total de
cerca de 700 metros quadrados. Serão quase 15 marcas, com variadas opções
gastronômicas. Os banheiros também foram contemplados. Até o dia 4 de
maio, um deles, no caso o feminino, estará completamente reformado, sob um
novo layout. Outra novidade no quesito conforto se refere à Sala do
Bem-Estar, destinada para o descanso das recepcionistas, com banheiro
agregado. Com esse espaço, a ideia é evitar os costumeiros tumultos nas
áreas comuns. Em tempo, para quem não vai ao Anhembi há algum tempo, um
aviso: o espaço passou a ter um único piso, pois os mezaninos norte e sul
do pavilhão foram derrubados.
“A feira tem como obrigação colocar à disposição do seu público, não
somente o visitante, mas também o expositor, facilidades”, comentou
Nascimento. O Centro de Atendimento ao Expositor (CAEX) terá ainda novas
instalações. Agora são 20 estações fixas de credenciamento logo na entrada
do hall, dotado de um amplo sistema de atendimento ao expositor.
“Aprendemos com a experiência internacional, principalmente, a melhorar o
atendimento”, completou o diretor sobre a parceria da Alcantara Machado
com a Reed Exhibitions.
Outras mudanças ficarão a cargo de sua configuração: o evento contará com
a estreia de novas empresas e aumentará a presença dos estrangeiros. Além
disso, alguns expositores ampliarão seus espaços. Os maiores estandes,
neste ano, serão os das petroquímicas Quattor e Braskem, que se uniram a
várias empresas e ocuparão cada uma a área de mil m². Em contrapartida,
duas companhias com tradição na Brasilplast, nesta edição, ficarão de
fora: a Bekum, fabricante de sopradoras, e a Husky, de injetoras.
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