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Empresa traz novidades para processo SMC

A Dieffenbacher acaba de lançar duas novas tecnologias para o processamento de materiais termofixos por moldagem de chapas (sheet moulding compound, ou SMC): uma nova série de prensas e um novo tipo de processo SMC.

As novas máquinas Compress Eco refletem o objetivo da empresa de “arredondar” seu portfólio para atender à demanda dos clientes por equipamentos de baixo custo, mas dotados de alto conteúdo tecnológico. A linha permite combinações de força de fechamento de 400 a 2.500 toneladas com mesas de tamanhos entre 2.000 mm x 1.400 mm e 3.600 mm x 2.400 mm. A série-padrão é dotada de acionamento por bomba, e pode ser equipada com controle paralelo de quatro pontos, no caso dos modelos com fechamento de mil toneladas ou mais. O acionamento com acumulador hidráulico proporciona movimentos rápidos e alta velocidade de operação. A Dieffenbacher alega que os novos modelos conferem alta reprodutibilidade, processo robusto e controle amigável ao usuário.

A empresa também criou um novo processo SMC, que denomina D-SMC (direct strand moulding compound, algo como moldagem de composto por ação direta nos fios). Esse desenvolvimento, parte de um projeto do ministério alemão para educação e pesquisa, reduz drasticamente o tempo de processo do SMC clássico.

Divulgação

Linha Compress Eco é dotada de alto conteúdo tecnológico

A abordagem ora proposta consiste na possibilidade de manufatura das fibras de duromer (resina polimérica altamente reticulada) pouco tempo antes de seu processamento. Tal fato é possível porque decorre de uma nova tecnologia de processamento que permite o manuseio controlado dos componentes individuais – a resina, o endurecedor, os aditivos de processo e as fibras de vidro. As fibras de duromer podem ser, então, processadas por extrusão, posteriormente, da maneira convencional. Em comparação ao SMC convencional o D-SMC oferece, afirma a Dieffenbacher, significativa redução de custos, pela exclusão da manufatura convencional de peças semi-acabadas; completo controle da disponibilidade, qualidade e reatividade dos fios (rovings); eliminação do corte e manuseio convencione dos rovings; e inexistência da complicada armazenagem de peças semi-acabadas.

Os resultados preliminares indicam que os cortes de custos poderão ser equivalentes aos permitidos por outro processo criado pela empresa, o LFT-D (produção de compostos termoplásticos reforçados com fibras longas por método direto), que já tem isso utilizado industrialmente por algum tempo.

Márcio Azevedo

 

 

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